Calvície feminina: conheça os primeiros sinais e os tratamentos disponíveis

Velha conhecida dos homens, a calvície também ameaça a vaidade feminina. De acordo com a Sociedade Brasileira do Cabelo, 50% das mulheres têm alguma queixa relacionada à queda de cabelos. E a calvície propriamente dita, que é uma rarefação aguda dos fios, atinge 5% da população feminina. “Sempre tive pouco cabelo mas, na fase adulta, percebi que o couro cabeludo estava mais visível, com uma transparência que me incomodava tanto que comecei a usar penteados para disfarçar”, conta Kátia Leite Santos, 27 anos, comissária de bordo.

O primeiro passo para tratar o problema é distinguir queda excessiva de calvície. “A queda comum se evidencia com a perda de mais de 120 fios por dia. Isto pode ser perceptível quando a pessoa encontra mais de seis fios no travesseiro ou começa a ver fios sobre o computador ou na comida, por exemplo”, explica o médico Valcinir Bedin, Presidente da Sociedade Brasileira do Cabelo. E continua: “Já a calvície é progressiva, começa normalmente na adolescência ou no começo da fase adulta [por volta dos 20 anos] e se manifesta com uma rarefação no topo da cabeça, sem fios visíveis caindo”, afirma o dermatologista, especializado em cabelos.

A etapa seguinte é obter um diagnóstico correto, que só pode ser feito por um especialista e mediante uma série de exames de sangue e, em alguns casos, com biópsia do couro cabeludo. “Um exame clínico não é suficiente para se chegar a um diagnóstico correto”, diz Bedin.

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